quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mentiras no Amor (2)

Vejamos os efeitos devastadores que a mentira causa à relação:
Decepção - a descoberta de que o parceiro não era exatamente quem a gente pensava que fosse.
Sentimento de fracasso – por ter cometido ume erro de avaliação e ter se apaixonado por alguém que não é confiável.
Desconfiança – incapacidade de continuar apostando na relação.
Ressentimento / mágoa – por se sentir desconsiderado, não importante, desrespeitado.
Desrespeito – o parceiro enganado, inconscientemente, se vinga do mentiroso.
Desinteresse – o enganado passa a ver o mentiroso como uma farsa.
Ruptura – o amor não resiste muito tempo, e mesmo que o sexo seja maravilhoso, também passa a ser questionado como possível encenação.

Embora algumas pessoas mintam mais e outras menos, a verdade é que a grande parte das pessoas mente, em algum momento da relação. E apesar de homens contarem mentiras diferentes das que as mulheres contam, os motivos são os mesmos: defender-se da rejeição, do ridículo e do medo de perder o controle da situação.
Quando uma pessoa mente para outra, acredita que, desta forma, está evitando algum tipo de sofrimento. Na verdade, qualquer mentira é destrutiva e o que o mentiroso faz, é manipular a mentira para justificá-la. Por isso tenta vestir a mentira com uma intenção positiva.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Do aprender o Amor (1)

Porque não entender que chegou um momento mágico? Não olhar para o companheiro com simpatia e ajudá-lo a se descobrir, descobrindo-nos juntos em novas e intensas sensações do amor? Não é hora de suspeitas, dúvidas ou rejeição. Afinal, o que buscam os casais que, mesmo se amando, permitiram que o convívio fosse perdendo a emoção? Amor não é algo que se possa ou deva medir pela segurança que inspira. Ao contrário, possui algo de aventura, que ajuda a evitar as desventuras. É mais baseado nas descobertas mútuas do que na predisposição a aceitar o passar dos tempos.

Assim, quando um dos dois tenta mudar e não encontra respaldo, a frustração tende a ser enorme e a gerar um retorno à mediocridade e ao não romantismo. Ao perceber no outro a falta de disposição, deixa de tornar-se um amante melhor, sem entender, ou sem conseguir dialogar sobre os porquês existentes, que levam o outro a não ensejar mudanças. E isto é, em parte, não querer aprender a amar. É carregar um certo medo de esforçar-se e ter paciência para melhorar. Um tipo de acomodação. E, acomodação é uma das piores inimigas do amor maior.

Vivemos em uma cultura na qual tudo oferece possibilidades sobre “como deve ser feito”. Televisão, computadores, informações instantâneas, publicações de auto-ajuda, manuais, artigos, tudo nos indica caminhos para uma personalidade melhor, um corpo mais sarado ou mais enxuto, conquistar mais amigos, comer deforma mais saudável, desenvolver novas capacidades de assimilação, e tantas outras coisas. De certa forma, temos disponibilidade de informações que nos levariam a tornar-nos verdadeiros acrobatas sexuais, obtendo prazer em cada gesto, olhar ou toque.

E, a tudo isto, encaramos com naturalidade, nos julgando capazes de desenvolver novas capacitações e habilidades, como se fossemos uma raça de fácil adaptação a novas situações e exigências. Porque então, resistirmos à idéia de que podemos, para nosso bem maior, aprender a amar de forma mais ampla. Nosso mundo não seria bem melhor se melhores amantes fossemos todos? Se investíssemos neste fim a mesma intensidade de esforços que investimos em passatempos e tantas outras coisas menos importantes?

Mentiras no Amor (1)

Por mais que a gente acredite que não vai fazer mal contar uma mentirinha para o parceiro, uma coisa é certa: a mentira tem pernas curtas. A psicóloga Iara Jukemura, do Núcleo de Psicoterapia Cognitiva de São Paulo, afirma: não existe mentira positiva. Todas são negativas e têm poder para acabar com qualquer relacionamento, já que a base mais sólida das relações humanas é a confiança.

“A pior coisa que existe é uma pessoa descobrir que foi enganada. Por isso, mesmo que a verdade seja dolorosa, é melhor optar por ela”, diz Iara. E se você não for capaz de fazer isso, assuma seu erro o mais depressa possível, diga que mentiu, porque assim sua chance de ser perdoado é maior. É mais fácil perdoar uma fraqueza momentânea do que uma mentira. E também, “é mais fácil perdoar o mentiroso que assume a sua fraqueza, do que perdoá-lo quando sabemos da mentira através de outra pessoa”, explica a psicóloga.

O fato é que o relacionamento deixa de ser saudável no momento em que a mentira entra em cena. A partir daí, quem mente passa a conviver com dois fantasmas: o da mentira e o do medo de ser desmascarado. Talvez, por isso mesmo, muita gente começa a acreditar na própria mentira: é como se, assim, pudesse se defender. Se for descoberto, o único caminho é assumir que errou, que foi covarde. “Bater o pé e persistir na mentira só vai piorar as coisas”, afirma Iara.

A mentira interfere na relação amorosa? Sim, provoca danos irreversíveis, porque o amor saudável se baseia, principalmente, na confiança entre os parceiros. Sem confiança, não há tranqüilidade e o amor não se desenvolve. “Quando um parceiro perde a confiança no outro, o relacionamento acaba”, diz Iara.

É preciso lembrar também o quanto é dolorosa a sensação de sentir-se traído. A pessoa que mente dificilmente é perdoada e o parceiro enganado passa a desconhecer e a questionar quem é aquela pessoa. E o que é mais devastador: ao tomar conhecimento da mentira, o parceiro passa a acreditar que todo o relacionamento é uma grande mentira.
Dica do dia, para o trabalho e vida pessoal:


Acorde cedo sempre que possível. Seu “tempo” cresce e você ganha tranqüilidade.
Mantenha sua atenção nas Prioridades. Aplique os fatores “Urgência” x “Importância”.
Estabeleça o “a realizar” e ajuste sua Agenda, eliminado tudo que é possível eliminar.
Abra exceções. Aproveite seu roteiro para “limpar” assuntos menores ou rápidos.
Verifique os Recursos Necessários sempre antecipadamente. Fatores “Prever” x “Prover”.
Incentive aqueles com quem lida, garantindo que irão, cada um, “cumprir a sua parte”.
Dê orientações precisas, motive-os, estimule-os, confira se aprenderam de fato.
Ame o que faz! E, ainda que não consiga isso, faça tudo com Amor!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Separações (III)

Amar é incentivar a coragem de enfrentar riscos, porque nos arriscando estamos a buscar crescimento. Amar não é nos esconder das verdades, mas ajudar-nos a entendê-las e enfrentá-las. Amar é ajudar a encontrar alternativas para nossos comportamentos, alegrando-se com nosso sucesso e confortando-nos quando fracassamos. Quem ama não é apenas amante, mas amigo, companheiro, fiel e disposto a assimilar nossas imperfeições.

Cada um de nós encara o amor e as expectativas que tem dele de uma forma. Muitos são os que necessitam ouvir “eu te amo” todos os dias, todas as horas. Já, para outros, mais que as palavras valem um olhar, um gesto, uma atitude, uma comunicação silenciosa. Alguns, mais movidos pela paixão, vivem valorizando atitudes calorosas, demonstrações públicas. Outros encontram vibração nos momentos mais íntimos. Não importa, na verdade, como cada um expressa o amor, vez que é algo livre, mas sim que o sinta de fato e seja autêntico em suas reações.
Não devemos tentar definir o amor. Melhor encará-lo como algo no qual crescemos juntos com quem amamos e nos ama. Não pode estar limitado por palavras ou exigências. Como é sempre composto por dois lados, precisa ser livre e forte, brotar sem esforço e sem limites, não exigir horários e contrapartidas, e, no entanto, por contraditório que pareça, manter-se equilibrado, cada um dos lados a dar de si, de forma que incentivando o parceiro a dar ainda mais. E, sem esquecer que é preciso, em primeiro lugar, amar a si mesmo, respeitar-se, admirar-se e ter confiança, componentes básicos do amor.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Dica do dia, para o trabalho e vida pessoal
Ser expontâneo é amar a vida! Mas nosso "crescer", nosso envolvimento com as obrigações de cada dia, têm nos tirado a capacidade de exercer nossa expontaneidade. Estamos todos cada vez mais preocupados com o tempo e com nosso "uniforme". Esquecemos um pouco o que é rir, o que é dar uma boa gargalhada. Nos ensinam que devemos ser "discretos", limitando até algumas reações das mais saudáveis. Devemos evitar demonstrar nossas emoções. Não devemos nos expor.
Mas, por que escutar os outros a ensinar como viver nossas vidas? Por que um homem não chora? Ou, por que uma senhora não deve rir de forma solta? Afinal, muitas vezes choramos de alegria, ou rimos das tristezas. É preciso que deixemos os outros sentirem o que estamos a sentir cada um de nós. Se tivermos vontade de dar um abraço, abraçarmos. Se tivermos vontade de fazer um afago, afagar. Não nos afastemos uns dos outros. E, com nossa naturalidade, vamos incentivar todos a agirem naturalmente.
Quando nos tocamos, por estarmos próximos, mostramos que estamos vivos, e sabemos que a pessoa junto de nós está viva também. É mais fácil sermos naturais, sermos como, de fato, somos. O difícil é tentar ser como outros gostariam que fossemos. Desta forma, estaremos sempre a nos policiar, para não nos revelarmos distintos daquilo que esperam de nós. Acredite em você. Cada um de nós é um tipo distinto. Revele e valorize o seu, amando-se e fazendo-se amar. E viva a beleza de cada momento e o prazer de estar com cada um.

Separações (II)

Evitar que isto ocorra (as dores de uma separação), apegando-se a qualquer motivo, é lutar contra a ordem natural da natureza. Esta é sábia e nos ensina. Uma árvore, quando não podada, muitas vezes se fragiliza, devido ao crescimento desordenado. Se uma tempestade lhe quebra alguns galhos, outros surgirão breve. E se uma parasita lhe toma conta, quando sua seiva lhe serve de alimento, um dia ficará frágil e não sobreviverá. Ninguém suporta carregar o outro por muito tempo ou por toda a vida.

Se existe uma fonte de água, mesmo frágil, quase imperceptível, que brota naturalmente, e lhe cobrimos a saída, a força da água acumulada, um dia, provocará uma enxurrada. Não há que se agredir a ninguém, nem antes, nem durante, nem depois de uma união. Basta entendermos que se é cativo daquele que nos merece. Quando nos libertamos da servidão, estamos prontos para amar de novo, mais sábios, mais fortes, e mais inteiros.

E, quando este momento chegar, tenhamos consciência de que cada pessoa expressa seu amor de uma forma, a seu modo, nos limites de sua percepção e capacidade, nem sempre com a mesma efusão, mas relacionado às próprias necessidades e descobertas. Será certamente, esta exclusividade, que faz o amor esta força poderosa e cheia de mistério, mas, sem dúvida, a mais durável e motivadora na vida de todos.